Vestuário
Roupa é trabalho antes de ser estilo. Fiar, tecer, tingir, costurar e remendar ocupam horas invisíveis nas gravuras de corte. Leis suntuárias, mercados de usados e adornos indígenas com sentido ritual não cabem numa única história da moda.
Este dossiê trata produção europeia moderna, vestuário renascentista e sistemas de cobertura e ornamento de povos originários como capítulos separados, sem evoluir o segundo em direção ao primeiro.
Guias deste assunto
Como as pessoas se vestiam no Renascimento
Entre cerca de 1400 e 1600, vestir-se na Europa ocidental era um ato econômico e político, não só estético. A peça anunciava cidade, ofício, estado civil, religião e renda. Um…
Como diferentes povos originários produziam e usavam roupas e adornos
Não existe um vestuário “indígena” único. Nas Américas, a pele pintada, o tecido de algodão, o manto de plumas, o poncho de lã e a ausência de cobertura no sentido europeu…
Como as roupas eram produzidas no período moderno
Entre os séculos XVI e XVIII, uma peça de roupa na Europa ocidental nascia de uma cadeia longa: criar ovelhas ou linho, fiar, tingir, tecer, cortar e coser. Poucas pessoas viam o…