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IROKODVida cotidiana no passado
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Infância

A tese de que “não existia infância” no passado é um exagero de divulgação. Existiam idades, batismos, brinquedos e também trabalho precoce, expostos e mortalidade brutal. O que não existia era o estatuto burguês da criança protegida para toda a sociedade.

Os guias do Brasil colonial, da Europa medieval e do início do século XX mostram infâncias no plural, inclusive a do menor operário e a do internado.

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